2026-07-05
por São 22h em uma noite de aula e seu filho ainda está no celular — o que deveria ser dez minutos se transforma em duas horas, o sono só vem depois da meia-noite e, pela manhã, ele está sonolento e já atrasado. Isso não é apenas uma sensação: um estudo de 2019 publicado no BMJ Open descobriu que usuários assíduos de redes sociais eram mais propensos do que usuários comuns a relatar atraso no início do sono, um efeito que se agrava ao longo da semana de aula. As redes sociais são feitas para serem difíceis de largar à noite. Este guia oferece aos pais uma maneira prática de lidar com o uso delas em noites de aula…




