A baixa autoestima é uma condição psicológica negativa na qual a pessoa sente-se bastante insegura e pensamentos persistentes de inutilidade. Pessoas nessa fase frequentemente têm dificuldade em interações sociais e relacionamentos. Também tendem a apresentar baixo desempenho acadêmico e profissional. É uma situação comum na sociedade que afeta tanto crianças quanto adultos.
De acordo com uma pesquisa de 2025 publicada pela Associação Americana de Psicologia (APA), a baixa autoestima afeta negativamente a saúde mental de crianças, adolescentes e adultos, aumentando os fatores que levam à depressão. Se uma pessoa está passando por essa fase, torna-se crucial tomar medidas corretivas a tempo, antes que ela entre em estágios mais graves, como depressão e trauma. Este artigo ajuda você a entender e identificar os sintomas da baixa autoestima, suas causas e dicas práticas para que os pais protejam seus filhos dessa condição.
O que é baixa autoestima?
A baixa autoestima é uma condição mental negativa na qual a pessoa se avalia muito mal. Essa condição faz com que a pessoa sinta que não serve para nada e não tem valor para os outros ou para a sociedade. Geralmente, a pessoa sente-se muito insegura por se sentir sem valor. Essas implicações psicológicas negativas, se persistirem, podem classificação ainda mais os processos de pensamento da pessoa, levando-a à ansiedade ou ao estresse.
As pessoas frequentemente confundem baixa autoestima com insegurança. Embora as duas condições possam se sobrepor em alguns aspectos, são distintas. A sensação de insegurança está relacionada a situações ou pessoas específicas. Por exemplo, uma pessoa pode se sentir insegura em uma nova escola ou em um novo emprego. O sentimento de insegurança também pode surgir em relação à forma como outras pessoas a tratam. Já a baixa autoestima é um termo mais abrangente. Ela causa uma sensação geral de falta de respeito próprio em praticamente todas as situações da vida.
A autoestima desempenha um papel muito importante na saúde mental e no bem-estar de uma pessoa. Isso inclui o desempenho acadêmico e profissional. Pessoas com baixa autoestima também podem apresentar sentimentos de isolamento social e de fracasso na formação ou manutenção de relacionamentos pessoais.
Por outro lado, uma autoestima equilibrada permite lidar melhor com situações positivas e negativas. Pessoas com boa autoestima também tendem a lidar melhor com o estresse e a ansiedade, recuperando-se mais rapidamente dessas situações negativas. Uma boa autoestima também possibilita construir relacionamentos mais saudáveis e ter um melhor desempenho na vida acadêmica e profissional.
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Reconhecer os sinais e características da baixa autoestima
Então, você já tem uma ideia do que é baixa autoestima. Mas como reconhecer se você ou alguém que você ama está passando por essa fase? Vamos explorar alguns dos motivos comuns pelos quais as pessoas enfrentam problemas de baixa autoestima:



Identificar características comuns da baixa autoestima
Existem alguns comportamentos e padrões de pensamento comuns que podem levar à baixa autoestima. Vamos explorar alguns desses comportamentos e tendências de pensamento abaixo:
- classificação exagerada de autocríticaPessoas que se criticam muito são mais propensas a ter baixa autoestima. Elas destacam suas próprias fraquezas e acreditam que essas fraquezas estão especialmente presentes em suas personalidades, o que as impede de ganhar autoconfiança.
- Histórico excessivo de fracassosSe algumas pessoas vivenciam fracassos excessivos em suas vidas, podem pensar que os fracassos são reservados apenas para elas. Esses pensamentos as levam a se preparar para os fracassos antecipadamente.
- diálogo interno negativoAlgumas pessoas tendem a ter um diálogo interno constante repleto de negatividade sobre suas próprias personalidades. Elas ficam pensando que tudo o que fazem acaba sendo ruim e inaceitável.
Interpretar elogios como sarcasmo: O pensamento negativo também distorce as coisas positivas. Pessoas com baixa autoestima costumam interpretar elogios como sarcasmo. - Medo da rejeiçãoOutro fator que desempenha um papel importante na baixa autoestima é o medo da rejeição. Essas pessoas podem achar que não conseguem se relacionar bem com seus colegas ou pares.
- Comparação excessiva com os outrosPessoas com baixa autoestima costumam se comparar muito com os outros. Além disso, de alguma forma, encontram maneiras de se sentirem inferiores, mesmo que tenham personalidades melhores e vivam uma vida muito melhor.
- mídias sociais síndromeAs redes sociais também se tornaram uma plataforma importante para que algumas pessoas tenham baixa autoestima. Como as pessoas nas redes sociais só postam coisas boas sobre si mesmas, outros espectadores começam a pensar que elas são mais carentes do que os outros.
Indicadores sutis e “o que não é sinal de baixa autoestima?”
Existem algumas características sutis em uma pessoa que não significam necessariamente que ela tenha baixa autoestima. Esses indicadores podem apontar erroneamente para uma baixa autoconfiança, mas, na verdade, podem ser exatamente o oposto. Vamos discutir alguns desses fatores e indicadores a seguir:
- Ser humilde demaisSe uma pessoa é humilde com os outros, isso não significa que ela tenha baixa autoestima. Pode ser apenas um princípio dela falar educadamente com os outros e respeitar a todos.
- Pedir desculpas em excessoPedir desculpas em excesso também não é sinal de baixa autoestima. Pode ser parte da personalidade da pessoa pedir desculpas aos outros na maioria das situações. Dizer "desculpe" ou "com licença" frequentemente é sinal de boas maneiras, não de baixa autoestima.
- Ser introvertidoSer menos falante, menos expressivo e dentro a maioria das emoções também é perfeitamente normal para algumas pessoas. Geralmente, elas fazem isso por escolha própria. Uma pessoa pode ser introvertida e ainda assim ter alta autoestima.
- Ser excessivamente toleranteAlgumas pessoas desenvolvem gradualmente a característica de serem excessivamente resilientes. Essas pessoas preferem não reagir, mesmo quando são tratadas injustamente. Observadores neutros podem pensar que essas pessoas têm baixa autoestima, mas, na realidade, geralmente agem assim por escolha própria.
Manifestações em diferentes grupos demográficos
A baixa autoestima não se limita a uma determinada faixa etária, gênero ou grupo demográfico. Ela pode estar presente em qualquer pessoa, independentemente da idade ou origem localizaçãoMas existem certos fatores que contribuem mais para a baixa autoestima em determinadas fases da vida. Vamos discuti-los brevemente a seguir:
- CriançasAs crianças passam por estágios constantes de desenvolvimento físico e mental. Podem apresentar resistência em se adaptar a novas práticas, hesitar em experimentar coisas novas e conhecer novas pessoas, além de sentirem ansiedade durante os estudos. O medo de serem excluídas e ficarem para trás em relação aos colegas também pode assombrá-las. Podem ainda ter dificuldade em aceitar críticas dos pais e professores. Esses são alguns dos fatores que podem contribuir para a baixa autoestima infantil.
- AdolescentesOs adolescentes estão passando por uma fase completamente diferente da vida. Geralmente, estão mais preocupados com a aparência e as ambições. Podem se sentir deprimidos se a aparência não estiver à altura das expectativas. Sofrem maior pressão social e se envolvem em comparações sociais mais agressivas. Também costumam buscar constantemente validação e aceitação por meio de interações online . Se algum desses fatores falhar, podem apresentar baixa autoestima.
- AdultosA maioria dos adultos se preocupa constantemente em se parecer com outras pessoas. Eles têm ideais de vida que desejam emular ao máximo. Esses ideais podem ser definidos pela aparência física ou pelo sucesso profissional. Eles precisam trabalhar duro para se estabelecer e se tornarem autossuficientes. Fatores como estagnação na carreira, relacionamentos tóxicos e fracassos repetidos ao tentar coisas novas podem contribuir ainda mais para a baixa autoestima.
O que causa a baixa autoestima?
Discutimos alguns dos fatores que podem contribuir para a baixa autoestima de uma pessoa. Mas, em uma perspectiva mais ampla, o que realmente prejudica a autoestima? Vamos descobrir a seguir:



Experiências da infância
A infância deixa memórias profundas e duradouras em quase todos. É por isso que as experiências relacionadas à infância de uma pessoa têm efeitos de longo alcance. A forma como os pais e irmãos tratam uma pessoa e os estilos parentais durante a infância desempenham papéis fundamentais na determinação do nível de autoestima que a criança terá no futuro.
Fatores sociais e ambientais
Uma sociedade onde as pessoas vivem e interagem umas com as outras tem impactos naturais em suas personalidades. O nível de autoestima de uma pessoa depende das experiências positivas ou negativas dentro dessa sociedade ou ambiente. As pessoas naturalmente desenvolvem expectativas em relação aos outros em um ambiente social fechado círculoSe essas expectativas não forem atendidas conforme o planejado, podem ter efeitos negativos e reduzir a autoconfiança.
Experiências pessoais
As experiências pessoais, independentemente da sociedade, dos pares ou da profissão, também desempenham um papel importante na determinação da autoestima de uma pessoa. Se uma pessoa tem um histórico de experiências negativas, isso pode afetar sua autoconfiança, o que frequentemente leva ao estresse e à ansiedade. Eventos traumáticos, perdas significativas, problemas de saúde e relacionamentos fracassados podem ter efeitos a longo prazo na mente e no subconsciente de uma pessoa. Consequentemente, ela pode começar a apresentar baixa autoestima gradualmente.
Como a baixa autoestima afeta a vida diária
A autoestima tem um impacto muito grande na vida diária de uma pessoa. Ela está diretamente ligada ao desempenho pessoal e profissional. A baixa autoestima tem efeitos negativos significativos nos estudos, na carreira e nos relacionamentos.
Um estudo de 2023 publicado pela Relatórios científicos A pesquisa concluiu que pessoas com alta autoestima eram menos propensas a sofrer de ansiedade e depressão.
Vamos descrever brevemente os possíveis impactos da baixa autoestima em áreas mais amplas da vida de uma pessoa:
- RelacionamentosIndivíduos com baixa autoestima geralmente têm dificuldade em manter um relacionamento. Isso ocorre porque eles podem buscar validação em seus parceiros e viver com medo constante de serem abandonados.
- AcadêmicosA baixa autoestima impede que a pessoa se concentre nos estudos. Ela pode se preocupar constantemente com o desempenho nas provas e com a possibilidade de perder pontos mesmo após se esforçar bastante. Algumas pessoas com baixa autoestima também acham os estudos menos interessantes.
- Vida profissionalPessoas com baixa autoestima têm maior probabilidade de apresentar baixo desempenho em suas funções, apesar de serem plenamente capazes de realizá-las. Elas se tornam tímidas e evitam assumir papéis de liderança. Algumas pessoas podem trabalhar tanto que chegam à exaustão, o que reduz ainda mais sua autoestima. A baixa confiança também as impede de se manifestarem quando necessário em suas profissões.
Formas práticas de melhorar a baixa autoestima
Já discutimos razões suficientes para a baixa autoestima. Agora, vamos ao tratamento e à recuperação. Veja abaixo como você pode melhorar a sua autoestima:
Técnicas cognitivo-comportamentais
Sempre existe um tratamento para curar e eliminar pensamentos negativos. Uma dessas técnicas é a terapia cognitivo-comportamental (TCC). Nessa terapia, os indivíduos tentam identificar a causa subjacente da baixa autoestima. O próximo passo é desafiar esses pensamentos negativos e se livrar deles. Essa terapia também incentiva os indivíduos a substituir a autocrítica por uma conversa interna positiva e uma autoavaliação equilibrada.
Construindo relacionamentos saudáveis
Os relacionamentos desempenham um papel fundamental na formação da autoestima de uma pessoa. Procure ter um parceiro que lhe dê apoio e o incentive em todas as situações. Isso aumentará sua confiança consideravelmente. Esses fatores fortalecem a autoestima e ajudam a superar gradualmente essa fase negativa. Saber que alguém no mundo confia plenamente em suas habilidades provavelmente fará com que você tenha um desempenho melhor em toda a sua vida.
Definir metas realistas
Tente definir algumas metas realistas que você tenha confiança em alcançar com sucesso. Isso também lhe dará muita confiança quando as atingir. Alcançar seus objetivos aumenta sua autoestima e confiança. Definir metas práticas e, consequentemente, alcançá-las, melhorará gradualmente sua autoestima.
Como os pais podem ajuda crianças com baixa autoestima
Os pais são as figuras mais importantes para uma criança. A maneira como a tratam molda sua personalidade. As crianças muitas vezes consideram os elogios dos pais como algo natural. Portanto, se uma criança está com baixa autoestima, os pais podem desempenhar um papel fundamental para aumentar sua confiança. Vamos discutir como você pode fazer isso:
Incentivar a comunicação aberta
Incentive sempre a comunicação aberta com seus filhos. Os pais devem permitir que seus filhos falem sobre seus sentimentos e emoções. Você deve dar-lhes oportunidades para compartilhar suas experiências positivas e negativas. Seus filhos não devem ter medo de falar sobre seus fracassos ou erros com você, para que você possa orientá-los adequadamente.
Oferecer apoio emocional e promover a independência
Os pais devem sempre incentivar os esforços dos filhos, mesmo que não consigam realizar determinadas tarefas. Esse apoio emocional constante e o elogio aos esforços, em vez dos resultados, fortalecerão a autoestima deles. Também é importante conceder-lhes um certo grau de independência, adequado à idade, para que percebam a confiança que os pais depositam em suas habilidades e atividades.
Utilizando ferramentas de controle parental



Você precisa ter uma ideia clara do que está acontecendo na vida de seus filhos. Precisa estar totalmente ciente de suas atividades, especialmente sua rotina e interações online . Só assim você poderá agir de acordo com a situação. Você pode fazer isso facilmente com a ajuda de um(a) [inserir nome da ferramenta/pessoa/pessoa] aplicativo de controle parental Assim como FlashGet Kids, este aplicativo ajuda você a monitorar detalhe as atividades online dos seus filhos. Você pode verificar facilmente o conteúdo que seus filhos estão assistindo em seus celulares e tomar medidas imediatas para evitar que eles sofram com baixa autoestima devido aos efeitos negativos do ambiente digital.
Perguntas frequentes
Sim, é possível melhorar a autoestima com a ajuda de aconselhamento adequado e o desenvolvimento da autoconfiança. Um bom suporte emocional, relacionamentos saudáveis e terapias cognitivas são algumas opções para uma recuperação gradual.
Não, a insegurança resulta de situações ou pessoas específicas e é uma experiência de curto prazo. Baixa autoestima é um termo mais amplo com efeitos a longo prazo.
Dependendo da gravidade da baixa autoestima, pode levar semanas ou meses, após a adoção das medidas corretas, para que ela melhore.
Considerações finais
A baixa autoestima é um fenômeno comum que afeta crianças, adolescentes e adultos. Muitos fatores podem contribuir para a sua gravidade, mas é fundamental compreender as razões subjacentes que levam a essa fase negativa da vida. Embora a melhora da autoestima possa levar semanas ou meses, é crucial tomar as medidas corretas para lidar com o problema antes que ele se agrave e cause estresse ou ansiedade.
A cultura online atual representa um sério risco para crianças e adolescentes, que podem facilmente desenvolver baixa autoestima. Por isso, os pais devem ficar atentos às atividades online de seus filhos para ajuda -los a manter e melhorar sua autoestima. Aplicativos de supervisão parental, como [nome do aplicativo], podem ser uma ótima ajuda FlashGet Kids É altamente recomendável estar plenamente ciente das interações online de seus filhos e agir imediatamente para protegê-los da perda de autoestima causada pelos efeitos colaterais da cultura online disseminada.

